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Esjud promove palestra “Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação” para colaboradores(as) e terceirizados(as)

Objetivo é ampliar conscientização sobre o tema, para evitar práticas abusivas nas organizações parceiras e na Justiça Estadual.

A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) promoveu nesta quinta-feira (7) a palestra “Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação no 1º Grau de Jurisdição”. O objetivo da atividade foi apresentar aos colaboradores(as) e terceirizados(as) as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 351/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A agenda foi conduzida pela juíza de Direito Evelin Bueno, que preside a Comissão de Prevenção ao Assédio no Âmbito do 1º Grau (Coped), e demarca o encerramento da programação local da Semana Nacional de Combate ao Assédio. Houve ações semelhantes para estagiários(as) e profissionais da Comarca de Plácido de Castro.

A magistrada ressaltou que a construção de um ambiente de trabalho saudável é coletiva, ou seja, depende necessariamente da atuação direta dos(as) integrantes e parceiros(as) da Justiça Acreana, o que demonstra a relevância da capacitação.

Evelin Bueno interagiu com os(as) participantes, ouvindo, esclarecendo dúvidas. Defendeu o caráter conscientizador da agenda, baseada no diálogo, na ética, no respeito e no maior conhecimento sobre a temática, que contribuem para evitar práticas abusivas ou discriminatórias nos espaços de produção do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

A juíza de Direito explicou as diferenças entre assédio e discriminação, e os seus impactos para as pessoas e para as organizações. Também explicitou o teor da Resolução nº 351 do CNJ, que prevê a criação de uma comissão dedicada, representação diversa, participação ampla e mandatos estruturados, para prevenir essas condutas nos órgãos públicos. E apresentou os canais oficiais para reclamações e denúncias relativas às condutas de violação.

O desembargador-presidente Laudivon Nogueira prestigiou o final da aula, reiterando a relevância dos(as) colaboradores(as) e terceirizados(as) para o Tribunal. “Vocês fazem a diferença no nosso dia a dia, cooperam conosco, estão do nosso lado. Por isso, o nosso olhar de cuidado com esta atividade, para que tenhamos relações de harmonia, de bem-estar, e sintamos orgulho de pertencer ao Judiciário”, disse.

“Bastante positiva essa palestra. Saímos mais conscientes e seguros. O que mais me chamou a atenção é que o assédio acontece rotineiramente, e pode ser cometido de forma direta e indireta. Ou seja, é algo que eu posso cometer sem querer, sem ao menos perceber, e também ser vítima. É preciso policiar nossas atitudes o tempo todo, e ficar mais atento às outras pessoas”, avaliou o colaborador José Roberto.

(Texto e edição Marcos Alexandre/Assessoria da Esjud; fotos Gleilson Miranda/Secom TJAC)

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