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Esjud promove reflexão sobre “Fibromialgia: compreensão, cuidado e direitos no ambiente de trabalho”

Objetivo dessa ação do Órgão de Ensino foi promover a conscientização, o acolhimento e a orientação sobre o tema.

A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) realizou o evento “Fibromialgia: compreensão, cuidado e direitos no ambiente de trabalho”. A atividade foi um dos destaques deste mês de maio na área de saúde, bem-estar e qualidade de vida dos(as) profissionais da Justiça Acreana. O objetivo dessa ação foi promover a sensibilização, o acolhimento e a orientação sobre o tema.

Como foi

A programação teve três painéis e uma roda de conversa relacionadas aos aspectos médicos, sociais e institucionais da fibromialgia, abordando qualidade de vida, inclusão, direitos e orientações sobre avaliação biopsicossocial. A agenda foi promovida pela Coordenadoria de Bem-Estar e Saúde (Cobes), com o apoio direto da Escola.

O 1º Painel teve como título “Compreendendo a Fibromialgia”, e foi conduzido pela reumatologista Adriana Marinho.

A médica explicou o que é a Fibromialgia, quais os principais sintomas, dentre os quais dor generalizada e fadiga intensa, e os impactos na rotina. Segundo ela, o diagnóstico é exclusivamente clínico, o que exige acompanhamento multidisciplinar (reumatologista, fisioterapeuta e psicólogo).

A respeito dos tipos de tratamento disponíveis, citou o exercício aeróbico regular, a fisioterapia e a hidroterapia; a higiene do sono, a terapia cognitivo-comportamental (TCC), e o uso farmacológico, como antidepressivos (a exemplo da duloxetina, anticonvulsivantes (pregabalina), analgésicos (uso criterioso) e relaxantes musculares (em casos específicos).

Para o 2º Painel, com o título “Direitos, inclusão e acolhimento institucional”, foi convidada a assistente social Ana Paula Paiva.

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A profissional, que atua na Cobes, defendeu que é necessária uma maior conscientização sobre o assunto, bem como ampliar o olhar sobre a doença, para que a cultura organizacional no Judiciário seja mais acolhedora, e próxima da realidade do servidor(a).

Presidente da Junta Médica do Tribunal de Justiça do Acre, Fabrício Lemos foi o 3º Painelista. Ele explicou como é feita a avaliação no processo de reconhecimento da deficiência, e a importância da qualidade de vida no trabalho. De acordo com o médico, as pessoas precisam entender que o interesse primordial da Junta não é negar os pedidos, mas analisá-los do ponto de vista técnico. Ou seja, havendo coerência, legitimidade e a documentação necessária, será concedido.

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