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Esjud promove palestra “Da Coleta ao Descarte: Como Garantir a Sustentabilidade na Prática”

Órgão de Ensino contribui para conscientização e sensibilização sobre a preservação do meio ambiente e cuidado com o planeta.

A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) realizou nesta sexta-feira (12) a palestra “Da Coleta ao Descarte: Como Garantir a Sustentabilidade na Prática”. Destinada a colaboradores(as) terceirizados(as) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), a ação educacional contribui para a preservação do meio ambiente, à melhoria da gestão de resíduos na Instituição, e ao bem-estar social.

Titular da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus) do TJAC, Val Amorim destacou a necessidade da agenda. “É com grande alegria que celebramos mais uma Semana do Meio Ambiente. Esta é uma oportunidade especial para refletirmos sobre o nosso papel como indivíduos, como comunidade e como sociedade na preservação do planeta”, disse.

Segundo ela, os tempos atuais são desafiadores, a exemplo da mudança no clima, e do esgotamento dos recursos naturais, que prejudicam consideravelmente a vida na Terra. “O que fazemos hoje molda o mundo que deixaremos para as próximas gerações. E nós temos o poder — e o dever — de construir um futuro mais verde, justo e sustentável. Sustentabilidade não é uma opção, é uma necessidade”, concluiu.

Nesta semana, o TJAC realizou uma série de ações em comemoração ao Mês do Meio Ambiente, como o lançamento da cartilha “Muitas mãos, Único Destino: Um Planeta em Equilíbrio” , cujo protagonista é uma cutia, roedor indispensável para o ecossistema amazônico.

A palestra

A palestra foi conduzida por Rayane Ribeiro, que atua na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia). A servidora considerou que é preciso estabelecer uma permanente harmonia entre a disponibilidade dos recursos naturais e a exploração deles por parte da sociedade. “A qualidade de vida da população não pode ser colocada acima da preservação do meio ambiente”, disse.

A profissional também defendeu a necessidade de cuidado com a Floresta Amazônica, pois “ela é vital para o equilíbrio do planeta e do Brasil”, a exemplo da regulação do clima global através do armazenamento de carbono. “Atua comprovadamente como um dos maiores sumidouros de carbono do mundo”, o que promove o Equilíbrio Climático”, afirmou. Outro benefício é a manutenção das chuvas no continente por meio dos “rios voadores“, e a concentração da maior biodiversidade do mundo.

Rayane Ribeiro alertou que o Brasil é o quarto maior produtor de lixo do planeta. Conforme dados do Banco Mundial, mais de 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas de forma irregular, sem tratamento e, em muitos casos, em lixões a céu aberto. “Há uma quantidade muito grande que não chega a ser coletada e é lançada pela população em locais inadequados”, frisou.

A agenda também teve a participação de Deivid Bezerra, da Semeia, que tocou e entoou canções relacionadas à temática.

No final, a geógrafa falou sobre a compostagem, processo natural de reciclagem de resíduos, que são transformados em um adubo rico em nutrientes, chamados de composto orgânico. Esse, aliás, será objeto de uma oficina para a mesma turma, programada pela Escola para a próxima semana.

(Texto fotos e edição: Marcos Alexandre/Assessoria da Esjud)

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